A epopeia do Château Romanin é tão rica quanto os seus vinhos. Imagine: esta terra, situada nas Alpilles, foi um local de culto dedicado à deusa Ártemis, onde já se exportava o «Vinho de Théopolis» há mais de dois mil anos. No século XIII, o domínio encantava as cortes de amor com a sua poesia, antes de inspirar mais tarde Jean Moulin, que adotou Romanin como pseudónimo literário. Este património histórico confere uma profundidade única às colheitas atuais.
Hoje, no coração da Provença, o castelo continua a contar a sua história, mas com um compromisso claramente voltado para o futuro: a biodinâmica. Romanin eleva esta bandeira, trabalhando o solo com o maior respeito, para revelar a expressão mais pura e complexa do terroir de Saint-Rémy-de-Provence. Os vinhos que daí resultam são poderosos, mediterrânicos e oferecem uma textura profunda que ecoa esta terra de lenda. Cada garrafa é um fragmento de história, um gole de sol provençal, assinado por um domínio que domina a arte do equilíbrio entre a tradição milenar e a viticultura de vanguarda.