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Les 4 meilleures régions viticoles à parcourir à vélo

As 4 melhores regiões vinícolas para explorar de bicicleta

Quer movimentar-se sem carro este verão, aproveitar o tempo, respirar algo diferente do ar condicionado? Boa notícia: as vinhas francesas estão cheias de pequenas estradas tranquilas, ciclovias bem sinalizadas e provas de vinho ao alcance de pedalada. De bicicleta, descobre-se as paisagens... e o vinho de outra forma: atravessa-se as aldeias ao seu ritmo, para-se nos produtores sem marcação, bebe-se fresco (e moderadamente), aproveita-se. E como bónus? As paisagens de cortar a respiração. Aqui está o nosso top 4 das regiões vinícolas para explorar de bicicleta.

O Loire: frescura no guiador e no copo

O vale do Loire é um verdadeiro parque de diversões para ciclistas. Ciclovias bem sinalizadas, castelos que surgem do nada... e sobretudo, vinhos brancos ultra refrescantes à base de castas que tanto gostamos: sauvignon, chenin, melon de Bourgogne (a casta do Muscadet, para impressionar um pouco).

Imperdível: as caves trogloditas de Saumur, as borbulhas de Vouvray e um copo de Sancerre com um crottin de cabra.

Harmonia bicicleta-vinho: um passeio suave entre Amboise e Montlouis-sur-Loire, pausa para piquenique à beira do rio, chenin branco bem fresco à chegada. O máximo.

O Languedoc: a aventura em versão sul

Pensa-se menos nele do que na Borgonha ou na Provença, e no entanto: o Languedoc é a maior região vinícola de França (mais de 220 000 hectares), e uma das mais variadas. Do Mediterrâneo aos contrafortes dos Cévennes, há relevo, propriedades comprometidas com a agricultura biológica e castas que impressionam: grenache, carignan, syrah...

Imperdível: Pézenas, Saint-Chinian, as alturas de Limoux e as suas borbulhas inesperadas.

Harmonia bicicleta-vinho: circuito entre vinhas e Mediterrâneo, pausa merecida no porto de Sète com uma tielle sétoise ligeiramente picante, acompanhada por um rosé de Grenache ou um Picpoul de Pinet bem fresco. O primeiro para o fruto, o segundo para a acidez nervosa e refrescante e o iodo: a escolha é sua.

A Borgonha: para os amantes da finesse

Aqui, a palavra de ordem é precisão. As denominações sucedem-se a cada dois quilómetros, como as placas das aldeias. De bicicleta, sente-se realmente a diversidade dos terroirs. No menu: pinot noir e chardonnay, duas castas que brilham na região.

Imperdível: a Voie des Vignes entre Beaune e Santenay, com prova num pequeno domínio familiar.

Harmonia bicicleta-vinho: depois de algumas pedaladas entre os muros e os muros baixos, chega a recompensa: um pedaço de comté curado, pão rústico crocante, e um chardonnay da Côte de Beaune bem temperado.

A Alsácia: o charme das aldeias e dos brancos aromáticos

A Alsácia é a combinação perfeita entre cicloturismo e postal. As casas enxaimel, as cegonhas, os winstubs... e uma rota do vinho especialmente pensada para bicicletas! Aqui, cruzam-se castas expressivas: riesling, gewurztraminer, pinot gris, que acompanham tão bem os pratos alsacianos como a cozinha do mundo.

Imperdível: Eguisheim, Riquewihr, Kaysersberg, e uma noite numa casa de um produtor.

Harmonia bicicleta-vinho: depois do esforço, um gewurztraminer doce com uma fatia de tarte de mirabelas. A vida é bela.

Visitar as regiões vinícolas de bicicleta é uma outra forma de descobrir o vinho: mais lenta, mais humana, mais imersiva. E não é preciso ser um profissional da bicicleta nem um especialista em enologia: um itinerário bem escolhido, um mapa de vinhos à mão, e está feito o passeio.

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